Chocolate preto ajuda a proteger pele contra raios do sol

Especialistas ressaltam, no entanto, que uso de protetor solar ainda é fundamental

Por Minha Vida - publicado em 17/08/2011


O consumo de chocolate preto permite suportar doses mais altas de radiação solar na pele, diz um estudo feito pela Universidade de Laval, em Quebec, no Canadá. Segundo os cientistas que realizaram a pesquisa, alguns trabalhos feitos na Inglaterra e Alemanha já demonstraram que essa relação é verdadeira, mas, como eles foram feitos com um número reduzido de pessoas, seus resultados podiam ser contestados.

Durante o estudo atual, cerca de 60 mulheres foram divididas em dois grupos. Cada participante do primeiro grupo recebeu quatro tabletes de chocolate preto, enquanto o segundo recebeu chocolate normal. Durante o período da pesquisa, elas tiveram pequenas partes do seu corpo expostas a quantidades controladas de raios ultravioleta.

Os pesquisadores descobriram que as mulheres que comeram chocolate preto estavam mais protegidas a essa pequena quantidade de raios ultravioleta. De acordo com eles, esse efeito acontece porque o chocolate preto autêntico é rico em polifenois, substâncias encontradas no cacau, e que fazem parte da composição de antioxidantes naturais, que protegem contra a radiação.

Mas, de acordo com os autores do estudo, o resultado da pesquisa não diminui a importância do uso de protetor solar, principalmente no período entre 10 e 14 horas, horário em que o sol é mais forte.  

Chocolate contra estresse

Outra pesquisa, publicada no Journal of Proteome Research, sugere que o chocolate amargo tem o pode de diminuir os índices de estresse e ainda ajudar no controle da ansiedade. Realizada pelo Centro de Pesquisas Nestlé, em Lausanne, na Suíça, o estudo analisou o consumo diário do chocolate e o nível do hormônio cortisol dos voluntários, substância conhecida como o hormônio do estresse.  

A pesquisa aconteceu com 30 adultos saudáveis, que consumiram 40 gramas, em média, de chocolate amargo, diariamente, durante duas semanas. Os participantes tiveram os níveis de ansiedade e estresse determinados no início e no final do estudo por meio da análise de sangue e de urina.

Depois do termino do estudo, os cientistas analisaram que o nível de cortisol baixou consideravelmente em todos os participantes chegando em 40% de redução naqueles que sofriam com a ansiedade.  


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